sábado, 28 de janeiro de 2012

Mar de lagrimas




E mar...
Traga pra uma palavra
Um momento
Leve pra ele minha lagrima
Salgada junto a sua água
Misturadas num só mar

Meu abrigo




Mãe, teu colo!

Com a cabeça na lua




Eu ando mesmo sem direção
Sem lados, sem traços
Pescando qualquer pista que possa aparecer
Passos a frente e mal posso seguir
Mas voltar, agora?
Andei descalça, os calçamentos já não existem
Como seguir sem ter alguém para me calçar?
Eu ando mesmo a procura
Porque estou sem direção
Ando mesmo na mesma curva
E acabo voltando
Ando mesmo sem lados
Já não sei para onde seguir
Ando mesmo nua
Minha alma achou mais justo fugir
Nua, crua, verdade
Ando mesmo de cara lavada
Pratos lavados
Pia enxuta
Ando mesmo
Parar, sem parada
Seguindo, pela mesma estrada
Ando mesmo
Com a cabeça na lua







Foto: Mariana de Lima (http://www.facebook.com/profile.php?id=702180732)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nada é tão puro



Lembro da chuva cair
E caindo rastejar até o final
Lembro das lagrimas caírem
E se rastejarem e no fim não terem nenhum valor
Para onde foi agora?
Lagrimas, chuvas...
No fim acabam no mesmo lugar
No chão, rastejando por algo,
Alguém, alguma coisa
A pureza rastejando por um pouco de solidão
De verdade, de união
Nada é tão puro que não possa rastejar
Muito menos o amor

Recordações



Assim me recordarei
Das noites em que não ligou
E tão se importou
Porque por mais que os dias passem
E os sonhos se tornem cada vez mais distantes
Sonhar ainda é possível

Eu não sei



Flor
Hoje vi coisas que talvez mude todos os nossos planos
Que me faça reconsiderar todas as nossas ideias
Mas o que falar?
Talvez isso não te faça bem
Talvez isso não seja uma boa ideia
Mas só descobrirei se tentar
Será que me perdoará por isso?
Eu não sei
Flor
Eu te amo
Mas tenho que tentar

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

domingo, 1 de janeiro de 2012

E é mais um ano que passa



Força entre força
Ei's que nada se move
Pessoa's se perguntam o porque
Mente's conturbada's
E é mais um ano que passa
E mais porque's e porque's
E porque você não passa?
É como se ano apó's ano você entrasse
Entrasse, sentasse e se fixasse
E mais porque's e porque's
Se acumulassem
E é mais um ano que passa
E talvez só você não passe